Terça-feira, 25.11.08
Um grupo de cientistas acreditam ter descoberto uma explicação-chave para o déjà vu, aquela misteriosa sensação de estar diante de algo que já foi vivido, segundo um artigo que será publicado na edição de sábado da revista científica New Scientist.

De acordo com a pesquisa, as experiências sugerem que o déjà vu pode ser provocado de forma independente, sem haver uma memória real para acioná-lo.

Acredita-se que reconhecer um objeto ou situação familiar engatilhe dois processos no cérebro. Primeiro, a mente busca em seu arquivo de memória para descobrir se os conteúdos daquela cena já foram vistos antes. Em caso afirmativo, uma parte separada do cérebro identifica a cena ou o objeto como familiares.

Explorando esta teoria de dois passos, uma equipe de cientistas da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra, mostraram a voluntários 24 palavras comuns e em seguida os hipnotizaram. Os cientistas disseram aos 18 voluntários que, quando estivessem diante de uma palavra em uma moldura vermelha, eles sentiriam a palavra como sendo familiar, embora não soubessem quando foi a última vez que a viram. Mas se vissem uma palavra em uma moldura verde, eles pensariam que ela pertencia à lista original de 24.

Em seguida, os voluntários foram tirados do estado de hipnose e expostos a uma série de palavras em molduras de cores variadas. Algumas não pertenciam à lista original de 24 ou estavam em molduras verdes ou vermelhas. Dez voluntários disseram ter experimentado uma estranha sensação quando viram novas palavras em vermelho e outros cinco disseram que esta sensação definitivamente se parecia com um déjà vu.

A cientista Akira O´Connor, aluna do doutorado do Grupo de Memória da Universidade disse que as descobertas lançam uma luz intrigante sobre os casos de déjà vu e o modus operandi da memória humana. "Isso nos diz que é possível dissociar de forma experimental estes dois processos, o que é realmente importante para estabelecer que são, de fato, separados", disse O´Connor, segundo o artigo da New Scientist.

Uma pesquisa anterior sugeriu que o déjà vu pode se originar em uma parte do cérebro chamado lóbulo temporal. Algumas pessoas com epilepsia no lóbulo temporal freqüentemente têm registros de déjà vu, e cientistas franceses descobriram que partes eletricamente estimuladas do lóbulo temporal podem acionar a sensação de familiaridade com tudo o que uma pessoa encontrar pela frente.

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Sexta-feira, 08.02.08

Estão sendo feitos experimentos no hospital Sírio-Libanês, pelo médico Manoel Jacobsen Teixeira, professor de neurologia da Universidade de São Paulo. As vítimas de paralisia poderão mexer o corpo usando apenas o cérebro. "Estou esperançoso", comenta o professor, preparando-se para fazer a demonstração até o final do ano.

Graduado e pós-graduado na USP, com especializações na Suíça, na Inglaterra e na Alemanha, Jacobsen se prepara para instalar um chip no cérebro de indivíduos para captar sinais elétricos das células nervosas e mover uma prótese acoplada ao corpo.

Jacobsen tem implantado chips em vítimas de Parkinson, reduzindo as dificuldades de movimento.

Há uma vasta rede de pesquisadores, espalhados pelo mundo, por trás dessa cirurgia. Sua conexão central está no Centro de Neuroengenharia da Duke University, nos Estados Unidos, dirigido por Miguel Nicolelis, também formado pela USP. Nicolelis ganhou ainda mais destaque internacional, na semana passada, por ter feito uma macaca movimentar com o cérebro um robô. Detalhe: a macaca estava na Carolina do Norte, e o robô, em Tóquio.

O Sírio-Libanês é um hospital,que além de curar, desenvolve pesquisas -A USP e outros hospitais da cidade de São Paulo se transformaram em pólos de ensino e pesquisa, ligados a centros de excelência da Europa e dos Estados Unidos. Neste ano, por exemplo, teve início um projeto de Harvard dentro da Santa Casa.

Grandes são as possibilidades no futuro, para os que não andam.



Esta é do Gilberto Dimenstein



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Terça-feira, 08.01.08





















Fiz meus estudos no Colégio Visconde de Porto Seguro. Antigamente, o colégio ficava na praça Roosevelt. A praça, um espaço amplo, mais ou menos abandonado, com arbustos esparsos e chão em parte asfaltado e em parte de terra batida, era usada como estacionamento e, nas quartas e sábados, acho, virava uma feira livre, muito boa e movimentada. Apesar de ser uma área descuidada e indefinida, era muito melhor do que a praça de hoje, a meu ver, um monstrengo de concreto frio, desumano, desajeitado e artificial. Na praça antiga, isso na década de 60, morava um mendigo. Ficava por lá, andando para cima e para baixo, seguido por um séqüito de vira-latas. Vi esse homem todo santo dia durante anos, com sua barba grisalha, seus olhos claros e uma espécie de meia enterrada na cabeça. Era uma figura estranha e bonita. Costumava sentar-se numa mureta, perto da rua Gravataí, cruzava as pernas com elegância e, puxando um papel enorme do bolso do paletó, punha-se a escrever com um toco de lápis. Às vezes parava e, sério, mostrava o texto para os cachorros. Lembro que os animais levantavam-se e parece que liam aqueles escritos com um certo interesse. Quando ficava cansado, o mendigo dobrava e guardava o papel no bolso e partia vagaroso pela praça, seguido por seus companheiros caninos, examinando as nuvens concentrado e pensativo, com os braços cruzados nas costas.

Ricardo Azevedo.

Via
São Paulo, minha cidade.


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Quarta-feira, 19.12.07





















"De um traço nasce a arquitetura. E quando ele é bonito e cria surpresa, ela pode
atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de uma obra de arte." Oscar Niemeyer.

Parabéns para este ilustre brasileiro, carioca, do qual sou fã - Oscar Niemeyer!
No último dia 15 de dezembro de 2007, completou 100 anos!

Criador das obras:

- Prédios do Governo em Brasília;
- Memorial da América Latina;
- Parque do Ibirapuera;
- Sambódromo;
- Casa das Canoas;
- Museu Oscar Niemayer;
- MAM de Niterói;
- Edifício Copan.

E muitas outras obras famosas, nacionais e estrangeiras.
Oscar Niemayer é um dos arquitetos mais famosos do mundo - e é produto brasileiro!
Com muito orgulho!



Antenado Sempre!

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Sexta-feira, 09.11.07




Prêmio Pulitzer.

Click de Nick Ut.








Esta foto sempre me sensibilizou, desde os tempos em que a Time vinha repleta de reportagens e fotos, cobrindo a guerra do Vietnã.
Foi em 8 de junho de 1972, a menina Kim Phuc estava num templo com sua família, quando este foi bombardeado pelo napalm.
Abaixo, a história de John Plummer, o Capitão do Exército do Vietnã, que ordenou o ataque.


Via:
Gazetteando
A família


(Narração de John Plummer)
Eu estava na sala lendo um livro com a televisão ligada baixinho. Era uma noite cálida e agradável de verão em 1996, e eu estava contente por ter uns momentos de sossego sozinho.

Subitamente apareceu na tela uma foto, uma imagem que há anos me perseguia. Por mais que eu a visse, a dor sempre voltava. Como eu poderia ser perdoado? Como poderia sequer falar da minha participação nisso? Uma menininha vietnamita correndo na direção da filmadora com os braços estendidos, gritando histericamente de dor por causa das terríveis queimaduras de bomba napalm.

Esta foto vencedora do prêmio Pulitzer comovera milhões de pessoas, mas doía ainda mais a mim particularmente, pois eu era o responsável pela agonia que ela sentira.

Inclinei-me para a frente e aumentei o volume. O repórter revelava que a menina, Phan Thi Kim Phuc, casara-se e estava morando em Toronto.

Ela está viva, pensei agradecido.

Meus pensamentos retrocederam ao ano de 1972, quando eu era um capitão do exército americano no Vietnã. Estava encarregado da equipe aérea G3 do Terceiro Batalhão Regional de Auxílio (TRAC), e planejava os alvos B-52, fazia a rota e coordenava o apoio prestado aos bombardeiros pelas equipes em terra. Se um batalhão tivesse problemas eu é quem tinha que suprir apoio no ar, e rápido.

Aquela primavera, da minha posição na cabine de comando eu falava ao rádio com um consultor americano para um batalhão no sul do Vietnã que queria invadir a cidadezinha de Trang Bang. "Precisamos de ajuda", ele disse gravemente. Os vietcongues estavam escondidos em trincheiras perto deles. Deu-me as coordenadas para o alvo.

Após estudar o mapa fiquei perplexo. "Fica bem na periferia do vilarejo", eu disse. "E os civis?"

"Lá não têm civis", ele respondeu. "Saíram todos. Foram retirados."

Eu sabia que a melhor munição para o inimigo entricheirado era napalm e bombas altamente explosivas. Já que o alvo estava perto de nossas tropas, eu queria atacar da forma mais exata possível. Localizei uma unidade aérea vietnamita no sul com aviões A-37 e A-1E.

Mas ainda me preocupava. Para ter plena certeza busquei confirmação do quartel-general perguntando qual a situação dos civis na região. Fui informado de que todos tinham se retirado.

Dei o OK e mais ou menos cinco minutos depois o consultor avisava: "Na mosca. Nossas tropas de terra estão entrando".
Uma missão rotineira, pensei. Eu já fizera isso dezenas de vezes.

Três dias depois fui para o refeitório e retirei da pilha à porta um exemplar do The Stars and Stripes, o jornal militar. Peguei minha comida, meu café, sentei-me e abri o jornal. Dei de cara com uma foto estarrecedora. Uma menina de nove anos correndo do fogo. O artigo dizia que ela ficou queimada devido a um ataque aéreo contra o vilarejo de Trang Bang.

O ataque que eu ordenara.

Minha mão tremia e o café quente espirrou na mesa. Por um momento eu nem consegui respirar. Um rapaz à mesa ficou me encarando sem entender, e eu murmurei: "Foi o ataque aéreo que eu aprovei".

Foi a primeira e única vez que mencionei esse incidente quando estava no Vietnã. Ninguém me questionou e tentei esquecer. Mas o sentimento de culpa - a terrível angústia aumentava. Não fui procurar um capelão porque há muito já desistira de igreja. Quando voltei aos EUA parecia que essa foto estava em todos os cantos - revistas, jornais, na televisão. Eu não conseguia afastar isso de mim.

Depois que fui dispensado em 1974, a minha vida era de uma infelicidade desesperadora. Na tentativa de apagar minhas lembranças dolorosas eu bebia demais. Dois casamentos acabaram em divórcio. Deficiente emocionalmente, eu não conseguia me abrir com ninguém.

Aí num encontro marcado na véspera de Ano Novo com alguém que eu nem sabia quem era, conheci Joanne. Ela era uma cristã convicta e juntos começamos a freqüentar a igreja da minha infância no município de Hoke, na Carolina do Norte. Casamo-nos lá. Eu adorava Joanne, mas sua franqueza e generosidade com outros me deixavam sem jeito.

Ela estava sempre fazendo algo por alguém, muitas vezes com prejuízo para si própria. Eu não entendia onde ela obtinha a energia e o amor que tinha.

No final da década de 80 tornei-me um executivo de uma grande companhia contratada pelo ministério da defesa para fazer armamentos e fomos transferidos para o norte do estado da Virginia, onde encontramos uma igreja em Vienna. Lá vi as pessoas realmente fazendo o que pregavam. Num retiro um fim de semana comecei a chorar ao perceber como estava longe de ser o que Deus queria que eu fosse. Em novembro de 1990 entreguei minha vida a Cristo, e pela primeira vez entendi o verdadeiro significado da graça divina. Fui perdoado, e ainda sentia muito remorso e dor pelo sofrimento daquela menininha.

À medida que fui crescendo na fé senti o Senhor me chamando para pregar. Com o apoio de Joanne fiz seminário e vim para Purcellville como pastor da Igreja Metodista Unida Betânia.

Foi ali na minha sala que vi novamente a foto que me perseguia. Pela primeira vez ouvi falar sobre a menina. Depois de recuperar-se das queimaduras, Kim Phuc foi utilizada pelos comunistas como meio de propaganda, apesar dela não querer. Foi enviada a Cuba para estudar farmácia, e lá apaixonou-se por um outro estudante vietnamita. O casal ganhou uma viagem a Moscou de presente de casamento e foram passar a lua de mel lá. Na volta, quando o avião estava reabastecendo na Terra Nova, eles pediram asilo político. Moravam agora em Toronto com seu filhinho.

A emoção tomou conta de mim. Eu queria muito procurá-la, mas tinha medo. Não conseguia imaginar que ela fosse querer ver o homem que tinha lhe causado tanto sofrimento.
Várias semanas depois, numa reunião da Associação de Pilotos de Helicóptero no Vietnã que ocorreu na Califórnia, conheci Linh Duy Vo, um poeta vietnamita. Linh conhecia Kim Phuc e Nick Ut, o fotógrafo que tirou a famosa foto.

Fiquei sabendo que em Trang Bang, na época, Kim Phuc e sua família estavam dentro de um templo quando o vilarejo foi bombardeado. Fugiram para a rua, onde ela foi queimada pelo napalm. Nick Ut correu com ela para o hospital, onde não deram esperança dela sobreviver. Ficou hospitalizada por um ano e dois meses. O queixo fundira-se ao peito, e o braço esquerdo estava grudado na costela. Um cirurgião plástico americano a operou e ajudou-a a recomeçar a vida.

Depois que voltei para Virginia, Linh entrou em contato comigo e disse que contara a Kim Phuc sobre mim. Ele disse que ela era cristã e achava que devíamos nos ver. Mas eu quis fugir da possibilidade, pois era doloroso e amedrontante demais.

Depois fiquei sabendo que ela compareceria às cerimônias no Dia dos Veteranos no Vietnam Veterans Memorial em Washington, capital do país. Eu já planejara estar na Parede. Era como se o Senhor estivesse arquitetando o nosso encontro.

Na segunda-feira do dia 11 de novembro de 1996, eu estava presente no local do memorial de granito preto encerado. Havia vários outros veteranos comigo, dando-me apoio emocional. Esperamos a manhã inteira e nem sinal de Kim Phuc.

Subitamente ouviu-se uma comoção no meio do público e vi repórteres e fotógrafos rodeando uma vietnamita baixinha que estava sendo levada ao palco dos preletores.
Um senhor apresentou Kim, explicando que dois membros de sua família haviam morrido naquele dia em Trang Bang. Oh Deus, tenha misericórdia, pedi. Comecei a tremer e a soluçar descontroladamente. Meus colegas colocaram os braços no meu ombro. Kim então falou: "Se eu pudesse conversar cara a cara com o piloto que jogou as bombas eu lhe diria que não podemos mudar a História, mas que deveríamos tentar fazer coisas boas no presente e no futuro de modo a promovermos a paz".

Com as mãos trêmulas escrevi um bilhete: "Preciso falar com você por um momento", e entreguei a um guarda do parque para passar para ela. Só que a essa altura a cerimônia terminara e Kim saiu acompanhada. Fiquei muito triste, pois nunca mais a veria.

Um amigo então correu dizendo: "Vou levá-lo até ela". Abrindo caminho por entre a multidão ele me levou até Kim Phuc, que estava para entrar numa viatura policial. Alguém lhe disse que eu estava lá. Ela virou-se e olhou-me nos olhos. Com o rosto cheio de compaixão ela abriu os braços e enterrei-me em seu peito soluçando. "Sinto muito. Sinto muito mesmo. Eu não queria ter machucado você".

— Eu te perdôo. Eu te perdôo. - ela disse abraçando-me. Em um instante o remorso desapareceu e o fardo foi retirado das minhas costas.

Fui convidado a acompanhá-la até o hotel onde estava hospedada. Lá conversamos por muito tempo, e eu não parava de pensar que era incrível estar diante de Kim Phuc. Por 24 anos eu fugira da dor que lhe causara, e agora Deus finalmente nos colocara juntos. Por fim senti paz em relação ao meu passado.

No final da visita demo-nos as mãos e oramos, sentados num sofá no saguão do hotel. Agora continuo impressionado com o poder do amor de Deus. Quando eu nem conseguia me perdoar, Deus ajudou-me a receber o perdão da pessoa cujo perdão eu mais precisava.


publicado por varalcomroupas às 08:24 | link do post | Converse comigo! | ver comentários (6) | favorito

Terça-feira, 18.09.07
















Têm coisas que combinam demais, parece que uma não pode viver sem a outra. Confira a lista da Vivi Griswold.


Combina ou não combina?


Goiabada e queijo minas.
Friozinho e DVD.
Feriado e sol.
Menina e laço de fita.
Janela embaçada e desenho com o dedo.
Amigo distante e MSN.
Poça d'água e barquinho de papel.
Praia e milho cozido.
Casa de vó e toalha de crochê.
Dia de pagamento e liquidação da loja favorita.
Fundo da classe e bagunça.
Preguiça e rede.
Montanha e pôr-do-sol.
Carro e rádio ligado.
Arroz e feijão.
Domingo de manhã e desenho animado.
Lagoa e pedalinho.
Viagem e mapa.
Segunda-feira e mau-humor.
Bolo e parabéns.
Saudade e lágrimas.
Caixa de lápis de cor e folha branquinha.
Roupa nova e festa.
Dente-de-leão e vento.
Mãe e colo.
Segredo e cochilo.
Abelha e primavera.
Pastel e feira.
Noite quente e perfume de jasmim.
Sexta-feira e planos.
Despertador e bocejos.
Dezoito anos e auto-escola.
Insônia e Corujão.
Falta de luz e vela.
Acampamento e histórias de fantasmas.
Pimenta e água.
Primeiro dia de aula e caderno novo.
Horário político e tevê por assinatura.
Sono e travesseiro.
Sombra e limonada.
Pão e manteiga.
Bebê e cheiro de óleo Johnson's.
Salsicha e purê de batatas.
Namorado e caixa de bombom em forma de coração.
Comercial e controle remoto.
Geladeira vazia e disk-pizza.
Passeio em turma e máquina fotográfica.
Preto e branco.
Passarinho e minhoca.
Programa de auditório e aplauso.
Gripe e lenço de papel.
Machucado e band-aid.
Selo e lambida.
Hino nacional e mão no peito.
Beija-flor e água açucarada.
Guitarra e rock'n'roll.
Festa infantil e brigadeiro.
Gato e tijela de leite.
Contos de fadas e hora de dormir.
Grama e pé descalço.
Piada e gargalhada.
Viagem de ônibus e mp3 player.
Papel e tesoura.
Vontade de ler e post novo no blog.


Vivi Griswold
Via Garotas que dizem ni.

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O dia-a-dia de uma mulher comum, num condomínio popular em São Paulo.
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