Segunda-feira, 15.12.08
Achei aqui!

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Terça-feira, 29.01.08










Esta câmera é muito bacana, quase não acreditei na proposta, pois ela fica sobre a placa do veículo. Mas eis a Panasonic GP-P107!

Características do produto:

- Monitor de 3.5”;

- Imagens em um ângulo vertical de 103° e um ângulo lateral de 134°;

- Cinco opções de cores;

- Preço: US$ 374.


Via Dvice.



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Domingo, 27.01.08












DSLR GX-20 da Sansung!

Características do produto:

- 14.6 megapixels;
- tela LCD Live View de 2.7” e sensibilidade até ISO 3200;
- Estabilização óptica de imagens;
- Botão exclusivo para tirar fotos em RAW;
- Preço: US$ 1.400.


A Samsung também está lançando duas novas lentes, 18-55mm II F3.5~F5.6 e 18-250mm F3.5~F6.3.

Via

Engadget



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Segunda-feira, 07.01.08
Um site bem simples para você que não quer que usem suas imagens sem autorização. Mas tem diversas opções, depois de fazer o upload das imagens, basta você escolher onde quer que fique a marca d'água e também a sua transparência. É só salvar!

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Quarta-feira, 12.12.07
Nestes sites você encontrará aquele efeito diferente para as suas fotos.
Têm alguns bem bonitos!








Pikipimp







Pazoen












Graphita










Addglitter










Zingfu










Blingee



Via
Arquivinho


publicado por varalcomroupas às 12:52 | link do post | Converse comigo! | ver comentários (1) | favorito

Sexta-feira, 09.11.07




Prêmio Pulitzer.

Click de Nick Ut.








Esta foto sempre me sensibilizou, desde os tempos em que a Time vinha repleta de reportagens e fotos, cobrindo a guerra do Vietnã.
Foi em 8 de junho de 1972, a menina Kim Phuc estava num templo com sua família, quando este foi bombardeado pelo napalm.
Abaixo, a história de John Plummer, o Capitão do Exército do Vietnã, que ordenou o ataque.


Via:
Gazetteando
A família


(Narração de John Plummer)
Eu estava na sala lendo um livro com a televisão ligada baixinho. Era uma noite cálida e agradável de verão em 1996, e eu estava contente por ter uns momentos de sossego sozinho.

Subitamente apareceu na tela uma foto, uma imagem que há anos me perseguia. Por mais que eu a visse, a dor sempre voltava. Como eu poderia ser perdoado? Como poderia sequer falar da minha participação nisso? Uma menininha vietnamita correndo na direção da filmadora com os braços estendidos, gritando histericamente de dor por causa das terríveis queimaduras de bomba napalm.

Esta foto vencedora do prêmio Pulitzer comovera milhões de pessoas, mas doía ainda mais a mim particularmente, pois eu era o responsável pela agonia que ela sentira.

Inclinei-me para a frente e aumentei o volume. O repórter revelava que a menina, Phan Thi Kim Phuc, casara-se e estava morando em Toronto.

Ela está viva, pensei agradecido.

Meus pensamentos retrocederam ao ano de 1972, quando eu era um capitão do exército americano no Vietnã. Estava encarregado da equipe aérea G3 do Terceiro Batalhão Regional de Auxílio (TRAC), e planejava os alvos B-52, fazia a rota e coordenava o apoio prestado aos bombardeiros pelas equipes em terra. Se um batalhão tivesse problemas eu é quem tinha que suprir apoio no ar, e rápido.

Aquela primavera, da minha posição na cabine de comando eu falava ao rádio com um consultor americano para um batalhão no sul do Vietnã que queria invadir a cidadezinha de Trang Bang. "Precisamos de ajuda", ele disse gravemente. Os vietcongues estavam escondidos em trincheiras perto deles. Deu-me as coordenadas para o alvo.

Após estudar o mapa fiquei perplexo. "Fica bem na periferia do vilarejo", eu disse. "E os civis?"

"Lá não têm civis", ele respondeu. "Saíram todos. Foram retirados."

Eu sabia que a melhor munição para o inimigo entricheirado era napalm e bombas altamente explosivas. Já que o alvo estava perto de nossas tropas, eu queria atacar da forma mais exata possível. Localizei uma unidade aérea vietnamita no sul com aviões A-37 e A-1E.

Mas ainda me preocupava. Para ter plena certeza busquei confirmação do quartel-general perguntando qual a situação dos civis na região. Fui informado de que todos tinham se retirado.

Dei o OK e mais ou menos cinco minutos depois o consultor avisava: "Na mosca. Nossas tropas de terra estão entrando".
Uma missão rotineira, pensei. Eu já fizera isso dezenas de vezes.

Três dias depois fui para o refeitório e retirei da pilha à porta um exemplar do The Stars and Stripes, o jornal militar. Peguei minha comida, meu café, sentei-me e abri o jornal. Dei de cara com uma foto estarrecedora. Uma menina de nove anos correndo do fogo. O artigo dizia que ela ficou queimada devido a um ataque aéreo contra o vilarejo de Trang Bang.

O ataque que eu ordenara.

Minha mão tremia e o café quente espirrou na mesa. Por um momento eu nem consegui respirar. Um rapaz à mesa ficou me encarando sem entender, e eu murmurei: "Foi o ataque aéreo que eu aprovei".

Foi a primeira e única vez que mencionei esse incidente quando estava no Vietnã. Ninguém me questionou e tentei esquecer. Mas o sentimento de culpa - a terrível angústia aumentava. Não fui procurar um capelão porque há muito já desistira de igreja. Quando voltei aos EUA parecia que essa foto estava em todos os cantos - revistas, jornais, na televisão. Eu não conseguia afastar isso de mim.

Depois que fui dispensado em 1974, a minha vida era de uma infelicidade desesperadora. Na tentativa de apagar minhas lembranças dolorosas eu bebia demais. Dois casamentos acabaram em divórcio. Deficiente emocionalmente, eu não conseguia me abrir com ninguém.

Aí num encontro marcado na véspera de Ano Novo com alguém que eu nem sabia quem era, conheci Joanne. Ela era uma cristã convicta e juntos começamos a freqüentar a igreja da minha infância no município de Hoke, na Carolina do Norte. Casamo-nos lá. Eu adorava Joanne, mas sua franqueza e generosidade com outros me deixavam sem jeito.

Ela estava sempre fazendo algo por alguém, muitas vezes com prejuízo para si própria. Eu não entendia onde ela obtinha a energia e o amor que tinha.

No final da década de 80 tornei-me um executivo de uma grande companhia contratada pelo ministério da defesa para fazer armamentos e fomos transferidos para o norte do estado da Virginia, onde encontramos uma igreja em Vienna. Lá vi as pessoas realmente fazendo o que pregavam. Num retiro um fim de semana comecei a chorar ao perceber como estava longe de ser o que Deus queria que eu fosse. Em novembro de 1990 entreguei minha vida a Cristo, e pela primeira vez entendi o verdadeiro significado da graça divina. Fui perdoado, e ainda sentia muito remorso e dor pelo sofrimento daquela menininha.

À medida que fui crescendo na fé senti o Senhor me chamando para pregar. Com o apoio de Joanne fiz seminário e vim para Purcellville como pastor da Igreja Metodista Unida Betânia.

Foi ali na minha sala que vi novamente a foto que me perseguia. Pela primeira vez ouvi falar sobre a menina. Depois de recuperar-se das queimaduras, Kim Phuc foi utilizada pelos comunistas como meio de propaganda, apesar dela não querer. Foi enviada a Cuba para estudar farmácia, e lá apaixonou-se por um outro estudante vietnamita. O casal ganhou uma viagem a Moscou de presente de casamento e foram passar a lua de mel lá. Na volta, quando o avião estava reabastecendo na Terra Nova, eles pediram asilo político. Moravam agora em Toronto com seu filhinho.

A emoção tomou conta de mim. Eu queria muito procurá-la, mas tinha medo. Não conseguia imaginar que ela fosse querer ver o homem que tinha lhe causado tanto sofrimento.
Várias semanas depois, numa reunião da Associação de Pilotos de Helicóptero no Vietnã que ocorreu na Califórnia, conheci Linh Duy Vo, um poeta vietnamita. Linh conhecia Kim Phuc e Nick Ut, o fotógrafo que tirou a famosa foto.

Fiquei sabendo que em Trang Bang, na época, Kim Phuc e sua família estavam dentro de um templo quando o vilarejo foi bombardeado. Fugiram para a rua, onde ela foi queimada pelo napalm. Nick Ut correu com ela para o hospital, onde não deram esperança dela sobreviver. Ficou hospitalizada por um ano e dois meses. O queixo fundira-se ao peito, e o braço esquerdo estava grudado na costela. Um cirurgião plástico americano a operou e ajudou-a a recomeçar a vida.

Depois que voltei para Virginia, Linh entrou em contato comigo e disse que contara a Kim Phuc sobre mim. Ele disse que ela era cristã e achava que devíamos nos ver. Mas eu quis fugir da possibilidade, pois era doloroso e amedrontante demais.

Depois fiquei sabendo que ela compareceria às cerimônias no Dia dos Veteranos no Vietnam Veterans Memorial em Washington, capital do país. Eu já planejara estar na Parede. Era como se o Senhor estivesse arquitetando o nosso encontro.

Na segunda-feira do dia 11 de novembro de 1996, eu estava presente no local do memorial de granito preto encerado. Havia vários outros veteranos comigo, dando-me apoio emocional. Esperamos a manhã inteira e nem sinal de Kim Phuc.

Subitamente ouviu-se uma comoção no meio do público e vi repórteres e fotógrafos rodeando uma vietnamita baixinha que estava sendo levada ao palco dos preletores.
Um senhor apresentou Kim, explicando que dois membros de sua família haviam morrido naquele dia em Trang Bang. Oh Deus, tenha misericórdia, pedi. Comecei a tremer e a soluçar descontroladamente. Meus colegas colocaram os braços no meu ombro. Kim então falou: "Se eu pudesse conversar cara a cara com o piloto que jogou as bombas eu lhe diria que não podemos mudar a História, mas que deveríamos tentar fazer coisas boas no presente e no futuro de modo a promovermos a paz".

Com as mãos trêmulas escrevi um bilhete: "Preciso falar com você por um momento", e entreguei a um guarda do parque para passar para ela. Só que a essa altura a cerimônia terminara e Kim saiu acompanhada. Fiquei muito triste, pois nunca mais a veria.

Um amigo então correu dizendo: "Vou levá-lo até ela". Abrindo caminho por entre a multidão ele me levou até Kim Phuc, que estava para entrar numa viatura policial. Alguém lhe disse que eu estava lá. Ela virou-se e olhou-me nos olhos. Com o rosto cheio de compaixão ela abriu os braços e enterrei-me em seu peito soluçando. "Sinto muito. Sinto muito mesmo. Eu não queria ter machucado você".

— Eu te perdôo. Eu te perdôo. - ela disse abraçando-me. Em um instante o remorso desapareceu e o fardo foi retirado das minhas costas.

Fui convidado a acompanhá-la até o hotel onde estava hospedada. Lá conversamos por muito tempo, e eu não parava de pensar que era incrível estar diante de Kim Phuc. Por 24 anos eu fugira da dor que lhe causara, e agora Deus finalmente nos colocara juntos. Por fim senti paz em relação ao meu passado.

No final da visita demo-nos as mãos e oramos, sentados num sofá no saguão do hotel. Agora continuo impressionado com o poder do amor de Deus. Quando eu nem conseguia me perdoar, Deus ajudou-me a receber o perdão da pessoa cujo perdão eu mais precisava.


publicado por varalcomroupas às 08:24 | link do post | Converse comigo! | ver comentários (6) | favorito

Domingo, 28.10.07












"A Última Ceia" - de Leonardo Da Vinci:

-Tamanho: mede 4,6 por 8,8 metros;
-Foi criada entre 1494 e 1498;
-Realizada com momentos de grande atividade alternada com pausas longas;
-Técnica de pintura: a seco e a óleo;
-Tem a fragilidade da aquarela;
-Localização: está numa das paredes do refeitório do antigo convento Santa Maria delle Grazie, no centro de Milão;
-Tempo de criação: mais ou menos cinco anos;
-Descrição:A cena, descrita na Bíblia, mostra o último encontro de Jesus Cristo com os apóstolos e o anúncio da traição de Judas.


A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, ganha uma versão digital em altíssima definição. A obra poderá ser vista por pessoas do mundo inteiro pelo computador. E o melhor, em seus mínimos detalhes. A obra-prima virtual foi realizada recompondo 1.677 imagens registradas; nove sessões de fotografias - 16.945.790.009 pixels. O trabalho foi feito com a ajuda de uma técnica especial de iluminação criada para não danificar a pintura original. O material pictórico é muito sensível à emissão de raios ultravioleta, assim como ao impacto térmico do flash. Sofisticados programas de computador e processadores de última geração garantiram o sucesso da operação.
A Última Ceia é vista sob uma fraca luz indireta, apenas o necessário para dar uma boa impressão a olho nu. Os visitantes estão proibidos de tirar fotografias, com ou sem flash. E somente grupos de 25 pessoas ficam durante 15 minutos diante da obra. 350 mil turistas ao ano, ameaçam o quadro com particulas suspensas de poluição. Pensava-se, até, em isolá-la em temporadas para sua proteção.
Agora será possível ver detalhes quase escondidos da obra, que é uma das mais estudadas do mundo, com imagens de altíssima definição.
Veja aqui, no
Haltadefinizione

Via Tecnologia Terra


publicado por varalcomroupas às 14:09 | link do post | Converse comigo! | ver comentários (2) | favorito

Terça-feira, 04.09.07
Confesso, tratando-se de fotos sou leiga, mas adoro um editor de fotos. Tenho muitos endereços, deixo aqui alguns dos que mais gosto. Você sentirá a falta de editores famosos. Para lidar com alguns destes mais falados como o Adobe fotoshop, entre outros, você precisa de um curso básico. É necessário saber mexer nas ferramentas, senão a potencialidade do editor, não será explorada.





Picget














Gimp


















Irfanview












Picasa











Snipshot











Wiredness








Phixr








Picture2life








Pixer.us







Pixenate












Picnic










Fauxto




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Segunda-feira, 27.08.07
Uma belíssima foto das silhuetas de atores num espetáculo no rio Li - província de Yangshuo, China.
Parece uma foto feita num studio, mas foi clicada naturalmente.





Clique na foto!






Via Terra

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publicado por varalcomroupas às 14:27 | link do post | Converse comigo! | ver comentários (2) | favorito

O dia-a-dia de uma mulher comum, num condomínio popular em São Paulo.
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